O ESPAÇO para você, interessado no HIPISMO. Ajude-nos a descobrir o que você vai querer, antes de querer. Conheça um pouco mais e faça suas PERGUNTAS & SUGESTÕES.

O ESPAÇO para você, interessado no HIPISMO. Ajude-nos a descobrir o que você vai querer, antes de querer. Conheça um pouco mais sobre a Federação e sobre a gestão do Hipismo. E faça suas PERGUNTAS & SUGESTÕES, no link >>>CONTATO e nós as responderemos e as divulgaremos, se for o caso. Este é o nosso ESPAÇO de discussão do CONHECIMENTO .

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O que representa uma Federação Estadual no contexto do Esporte Nacional?

Federações esportivas estaduais são subordinadas às respectivas Confederações nacionais que, por seu turno, são regidas pelas Leis e Regulamentos das respectivas Federações Internacionais. No Hipismo, a ordem é : FEI ( Federação Equestre Internacional)> CBH ( Confederação Brasileira de Hipismo)> Federações Estaduais e, dentre essas, a FEERJ. Basicamente, o papel dessas Instituições é normatizar e fomentar o Esporte, nos vários âmbitos. Nos últimos 20 anos, os ATLETAS ganharam mundialmente mais relevância nas decisões das Instituições do desporto; no Brasil, em especial, a Lei Pelé explicita tal importância, com exigência de amplificar a voz do praticante filiado na tomada de decisões. Por exemplo, na FEERJ, há o Representante dos Cavaleiros e o Representante dos Proprietários de Animais ( afinal, o Hipismo tem 2 atletas que competem em conjunto , ie, CAVALEIRO + CAVALO, não é mesmo?). Conheça mais sobre a FEERJ no link que abre o nosso >>>ESTATUTO


Há necessidade de ser registrado na FEERJ, para praticar Hipismo?

Você pode montar a cavalo por puro lazer, onde preferir. Mas se optar por competir nas modalidades oficiais, você e seu cavalo devem estar licenciados pela Federação, em observância aos Regulamentos e Controles Sanitários que regem as competições e trânsito de equinos no País.

Quais as fontes de receitas da FEERJ? Ela recebe, diretamente, recursos da Confederação Brasileira de Hipismo? São suficientes essas recursos?

As receitas ordinárias, para o dia-a-dia da FEERJ, vêm das Mensalidades das EPD’s ( Entidades de Prática Desportiva ) à FEERJ filiadas e das anuidades federativas dos cavaleiros e cavalos que participam das competições oficiais. Até meados dos anos 60’s, as Federações estaduais de Hipismo recebiam suportes da CCCCN ( Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional, então Órgão ligado ao Min. Agricultura) repassados pela CBH. Posteriormente, com a extinção da CCCCN, a Lei PIVA passou a contemplar a CBH com recursos vindos do COB ( Comitê Olímpico Brasileiro).A CBH então passou a destinar às Federações cotas anuais, via Projetos que cada uma dessas apresentava ao inicio do ano. Hoje, não há mais tais cotas.

E esses recursos ordinários são suficientes para a FEERJ?

Não. São necessários, mas não suficientes. Necessários para o “ abrir portas”, para atitudes meramente burocráticas; mas não suficientes para ações de protagonismo mandatórias para o desenvolvimento do Hipismo no Estado. Isso não é privilégio da FEERJ. A menos de pouquíssimas outras Federações e Entidades ligadas ao Esporte, a penúria é geral.

Essa SUFICIÊNCIA, tem sido conseguida? Há muitos PATROCÍNIOS?

Antes do Plano Real, era mais fácil o Patrocínio. Com a inflação e seus subprodutos ( ‘ overnight’ , dentre outros ) Empresas ainda investiam em Cultura & Esporte ora por diletantismo dos dirigentes, ora por espaços em mídia. Inflação controlada e diversidade de mídia - aliada ao barateamento de anúncios - afastaram os tradicionais ‘sponsors’ . Tal situação perdurou até o surgimento das LEIS de INCENTIVO á CULTURA e ao ESPORTE, em meados dos anos 90’s. Hoje, as LEIS de INCENTIVO são fortíssimas – e quase únicas – ferramentas na captação de Patrocinios.

POR QUE?

Houve expressivo aumento da sensibilidade dos Governos, em todo o planeta, quanto à importância sócio econômica do Esporte e da Cultura. Na América , por exemplo, cerca de 30 bilhões de dólares são investidos em Cultura & Esporte , via benefícios fiscais, ampliando em até 40 vezes os dotações orçamentárias anuais federais. No Brasil, a Lei Rouanet e a Lei Federal de Incentivo ao Esporte ( Lei 11438, a conheça melhor no link >>>http://www.feerj.com.br/lei-federal-11.438-incentivo-ao-esporte/123.html
alavancaram as respectivas Indústrias. Na essência, as Leis de Incentivo permitem que você ou sua Empresa invista parte do imposto devido ao Governo na atividade esportiva ou cultural que mais lhe convier, de forma simples e sem intermediários. Muito bom, não é mesmo? Se você gosta do HIPISMO, porque não dar parte do seu imposto ao CAVALO? Ao invés de dá-lo todo para o LEÃO

A FEERJ tem usado essa Lei?

Sim, desde 2013, em vários Projetos, sobretudo no fomento ao Esporte no Estado. Fidelizamos Empresas e Mecenas ( Pessoas Físicas ), até hoje conosco. Conheça mais sobre esses Projetos, nossas Propostas e como foram aplicados os recursos no link >>>http://www.feerj.com.br/content.asp?cc=1&id=1871 .

Quem sabe você – ou sua Empresa – não será mais um dos investidores em favor do Hipismo fluminense?