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Mensagem XXIV - 03/ 02/ 2010 - MIXÓRDIA
Mini-Mirim, Pré-Mirim, Mirim, Pré-Júnior, Júnior, Young Rider, Sênior, Sênior Top, Escolas de Equitação, Amador A, Amador B, Amador, Amador Top, Jovem Cavaleiro A, Jovem Cavaleiro B, Jovem Cavaleiro, Jovem Cavaleiro Top, Master A, Master B, Master e Amazonas A, Amazonas B, Amazonas, Amazonas Top e Cavalos Novos.
Será que esqueci alguma categoria? Será que alguem consegue decorar? Quanta confusão!
Tive um professor de história que costumava dizer que “quando a burrice é grande demais, desconfie dela”.
Este exagêro de divisões e sub-subdivisões de categorias só serve para confundir a todos: praticantes, aficcionados e a própria mídia, desanimando patrocinadores. Por outro lado esta pletora de categorias está fazendo com que se disputem campeonatos de dois, três e até de um concorrente. Do jeito que as coisas vão, vamos ter em breve mais categorias que concorrentes.
Dizem que tudo começou (como sempre) para favorecer filhos de dirigentes que por não terem condições de subirem de categoria foram privilegiados por estas sub-divisões que, infelizmente, como tudo que é ruim e nocivo, proliferaram exuberantemente, até chegarmos ao ponto acima.
Nós na FEERJ temos lutado nas Assembléias da CBH para reverter este quadro, voltando ao que era antigamente e que é utilizado pela FEI e em todos os países, isto é: Escolas, Mirim, Junior, Senior e Amador, dividindo-se, conforme a necessidade e interesse de cada Federação, por altura. Por exemplo: Mirim 1,10m; Mirim 1,20m; Junior 1,20m; Junior 1,30m; Senior 1,40m; Senior 1,50m e assim por diante. Sem a necessidade de tanta nomenclatura e tanta desordem.
Mais uma vez volto ao assunto pela oportunidade de, felizmente, na última Assembléia Geral da CBH, a nosso pedido e por nossa insistência foi nomeada uma comissão para estudar e resolver o problema.
Não estamos otimistas quanto ao êxito da iniciativa, pois inúmeros são os interesses contrários, não raro baseados em casuísmos e motivações menores.
Pedro Valente
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